Team Building Corporativo: pandemia, desafios e soluções

Team Building ou “Construção de Times” torna-se a mais importante e crítica forma de atingir objetivos nas empresas.

Desde que a pandemia da covid-19 se espalhou pelo planeta em janeiro de 2020 e nos obrigou a sumir de dentro das empresas, que a aplicação de times assumiu prioridade total.

Se antes, a grande maioria das empresas, buscava reunir em um mesmo ambiente as pessoas para definição de quem faria parte, passar os objetivos e metas e explicar detalhes, riscos e oportunidades, com o famoso “olho no olho” para fixar e alinhar cada participante, à partir desse necessário afastamento físico – saúde com alto risco de morte – passamos a enfrentar gigantescos problemas:

  • Como garantir que as pessoas participem em times, ativamente – com disciplina e compromisso – com vistas a cumprir com nossos objetivos empresariais, ainda que distantes fisicamente uma das outras, como work from home ?

  • Será que mesmo distantes, conseguirão “conversar e debater ideias” sem causar mais conflitos?

  • De que maneira os líderes de times atuarão para buscar motivar e cobrar de cada um e de todos os participantes nos compromissos de entregas de suas tarefas nos prazos combinados?

Uma breve história sobre Team Building

Até o início de 1920 pouco se sabia e se estudava sobre times. Nessa década George Elton Mayo (psicólogo australiano, professor sociólogo e pesquisador das organizações) começou a se interessar pelo tema Teoria das Relações Humanas e sobre o trabalho em equipe, cultura do local de trabalho e os benefícios e reconhecimento das pessoas nos ambientes empresariais.  De 1923 a 1932, Elton Mayo conduziu, entre outros, o conhecido experimento Efeito Hawthorne, na Western Electric Company, no bairro de Hawthorne, Chicago, EUA.

O objetivo principal era estudar a relação entre produtividade e condições de trabalho. Ele examinou as influências físicas e ambientais – tais como o brilho das luzes e umidade – e os aspectos psicológicos – intervalos de pressão dos grupos, horário de trabalho e liderança gerencial – e resumidamente afirmou que “os comportamentos individuais podem ser alterados porque as pessoas sabem que estão sendo estudadas.”

E, que os funcionários não são motivados apenas por dinheiro e está ligada ao comportamento dos mesmos e suas atitudes.

A partir daí, novos estudos e experimentos vêm sendo realizados e hoje, sabemos que os esforços dos líderes para motivar seus times por meio de experiências compartilhadas gera efeito real e positivo tanto na produtividade quanto no desempenho.

Repare que esportes em times, tais como futebol, vôlei, basquete e outros, que apresentam alto desempenho, possuem muitos dos mesmos atributos que queremos nas empresas: colaboração, apoio mútuo, desejo de vencer e um objetivo comum.

Trabalhar em times é a verdadeira razão do sucesso

Peter Drucker aponta três tipos de equipes:

A equipe tipo Time de Beisebol, a do tipo Orquestra Sinfônica e a do tipo Banda de Jazz.

O primeiro tipo de equipe, embora hoje em desuso, pode ser adequado em algumas situações em que a decisão depende efetivamente de um único especialista. No beisebol, cada um tem uma função definida e não há como ajudar ao outro. O batedor, na hora de bater, estará sempre e completamente só, e sob pressão. É também o caso do goleiro no futebol.

No tipo Orquestra Sinfônica, que se assemelha mais ao time de futebol, há na realidade uma sobreposição, uma alternância de funções e uma ajuda mútua, embora cada um tenha o seu papel a cumprir e deva fazê-lo da melhor forma. Em ambos os casos, é imprescindível a existência de um poder superior do qual estão investidos o maestro e o técnico (frequentemente chamado de “professor”). Em ambos, cada músico e cada jogador deve obediência sem discussão.

Cada trabalho exige um tipo apropriado de equipe, mas a sinergia (resultado maior que a soma das partes) só é obtida no terceiro tipo de equipe onde se aproveitam as potencialidades e se minimizam as fraquezas. Peter Drucker acrescenta que:

“cada vez mais veremos organizações operando como uma Banda de Jazz, na qual a liderança flutua de acordo com a atribuição específica de cada membro independente de sua posição hierárquica.”

Team Building & Liderança

Dentro dessa ideia de times como Bandas de Jazz, que envolve arte e técnica, vale entender que a arte do team building é, em grande parte, a habilidade de praticar a empatia e a resiliência, reconhecer e considerar a importância dos outros e, com isso, favorecer a cada um e todos. Esta habilidade é a base para sustentar a popularidade, abertura e a liderança interpessoal.

Pessoas com esta atitude são mais eficazes, criativas e solucionadoras de problemas de forma inovadora.

Não se pode descartar o papel do líder ao favorecer o trabalho em times e o desenvolvimento de características virtuosas tais como: respeito a adversidade, sinergia, disciplina, estimulo a iniciativa e a inovação, reforçar o sentido de cada um faz e entrega o seu melhor, permanente compromisso com o time e o incansável comprometimento e a união de todos em busca dos objetivos.

A liderança é uma atribuição que determinado membro do grupo assume com o objetivo de levar o time a atingir suas metas.

O psicólogo Eric Berne identifica três tipos de liderança a saber:

  • Liderança Responsável:  são aquelas pessoas a quem foi atribuída uma autoridade e uma responsabilidade.

  • Liderança Pessoal ou Psicológica: aquela pela qual alguém que, por qualidades pessoais ou carisma exerça grande influência sobre um grupo ou uma comunidade.

  • Liderança Efetiva:  aquela na qual as ações acontecem no sentido de conduzir o time a seus propósitos e, pode ser exercida por alguém que não tenha uma posição ou seja a autoridade formal.

Team Building, work from home e a necessária formação para atuação bem sucedida

A pandemia acelerou uma forma de trabalho que vivia fase experimental – work from home, teletrabalho e similares – para adoção instantânea. Impactos fortes para todas as empresas. E, também, para as lideranças e aos profissionais, com destaque para as funções que não necessitam estar fisicamente no local das empresas. Aquelas que ainda relutam na melhor opção a ser adotada, as que já adotam e as que assumiram, passam agora a compreender a importância de atuar em times.

As principais razões para a formação de time são, em primeiro lugar a necessidade (que com a pandemia, se tornou altamente crítico), logo depois o desejo de proximidade (ser, estar e fazer parte de um grupo com interesses comuns) e, finalmente, os desafios (proporcionar atingir os objetivos corporativos, das unidades de negócios, dos canais de contato).

Times se constituem a partir da existência de interesses comuns que vão desde a necessidade de sobrevivência até os anseios de segurança, estima, status e alvo a ser atingido.

O que faz acontecer um team building são os desafios com que pessoas se reúnam para superar coletivamente as dificuldades e são uma poderosa razão para formação de equipes de trabalho.

Uma das competências super evidentes hoje, principalmente no ambiente corporativo, pede que todos os funcionários trabalhem unidos em prol de um objetivo, falem a mesma linguagem, compreendam uns aos outros e construam uma egrégora positiva.

Assim, resolvemos, Maria Inês Felippe e eu, oferecer para você, diretores e donos de empresas, a oportunidade de realizar “in-company” (modalidade on-line ao-vivo ou presencial) a capacitação de seus profissionais que participam e desempenham funções chaves na empresa:

Curso de Team Building para o Sucesso Empresarial

Neste curso trabalharemos, junto com você e demais participantes:

Objetivos

  • Instrumentar os participantes no desenvolvimento das habilidades de trabalhar em times, lidar com as diferentes e buscar a complementariedade, favorecendo melhores resultados.
  • Minimizar conflitos e a manutenção do equilíbrio emocional.
  • Favorecer o entendimento do Mindset.

Metodologia

  • Aplicação do teste de autoconhecimento chamado Mapeamento Cerebral. Essa metodologia levará aos participantes a entenderem seus modelos mentais, fortalezas e fraquezas, favorecendo minimizar conflitos e discordâncias.
  • Tendo como base seu próprio Mapa Cerebral aprenderá a identificar seus pares e superiores na sua forma de pensar e agir, para favorecer a sinergia e identificar sua complementariedade.
  • Serão utilizados jogos de empresa, situações problemas, vivências e análise de filmes para fixar o conhecimento.

Público-alvo

  • Líderes e lideranças profissionais que buscam responder aos objetivos empresarias a adquirirem novas habilidades comportamentais e de aplicações em times.

Escopo Macro

  • Por que o sucesso da empresa depende da sinergia dos times, qual é o mindset na era digital?
  • Times versus Equipes
  • Como formar e estruturar times vencedores
  • Como melhorar o relacionamento das pessoas que compõem o time
  • Como trabalhar essas emoções e pensamentos divergentes
  • Correlação entre sentimento, modelos mentais, comportamento, resultados e engajamento
  • Aumentar a sua potencialidade entendendo seus mecanismos cerebrais, suas crenças limitantes e do outro
  • Conflitos e estilos de pessoas com expectativas diferentes. Como fica o líder e o time?
  • Como facilitar o convívio com seu líder, subordinado, clientes, pares, familiares utilizando os mecanismos cerebrais
  • Como a minha Dominância Cerebral interfere no trabalho e quais as estratégias e ferramentas para:
    • Contribuir com o time
    • Manter uma comunicação não violenta porem assertiva
    • Favorecer o engajamento de times virtuais e presenciais
    • Reconhecer e favorecer o Mindset
  • A importância de compreender e conviver com as várias interfaces de relacionamento:
    • Senso sistêmico
    • Os 4 capitais que apoiam e expandem o conceito de LUCRO além do dinheiro
    • Compreender os elementos presentes em negociação dentro dos times
    • Organograma X Times
  • Como entregar aos dirigentes os resultados dos trabalhos do time?
  • Tecnologias para trabalhar remotamente com times
  • Existem KPI para times?

Duração do curso

São cinco noites de duas horas/cada, com total de 10 horas de aprendizados

Importante

Esse curso está formatado para atender empresas no formato “in-company”.

Pode ser customizado, de acordo com a necessidade específica setorial –  Vendas, Comercial, Atendimento, Operações –  e, para tanto, entre em contato.

Caso haja interesse pessoal no curso, pedimos a gentileza de entrar em contato conosco.

Instrutores

Maria Inês Felippe e Rico Mäder

Consultora de RH, palestrante com temas comportamentais, autora de livros e professora de MBA.

Instagram: @mariainesfelippeoficial   Linkedin: Maria Inês Felippe

Interessou aplicar em sua empresa?

Quer saber mais e solicitar uma reunião de abertura?

Preencha o cadastro abaixo e aguarde nosso contato, em até máximo 24 horas:

Dúvidas? Entre em contato, syn!

Shine Your Nature!

SYN!

#shineyournature #engenharia #consultoria #mentoria #treinamento #solucoesTIC #teambuilding

Compartilhe:

2 comentários em “Team Building Corporativo: pandemia, desafios e soluções”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *