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Confiança, como está a sua? 4 ações prá já

NaWEBgando pela manhã de hoje no Twitter, encontrei essa notícia sobre CONFIANÇA:

“EXCLUSIVO: BRASILEIROS NÃO CONFIAM UM NO OUTRO E ISSO ATRAPALHA CRESCIMENTO ECONÔMICO, DIZ BID”

O que significa CONFIANÇA? Eis o que informa o dicio:

Substantivo feminino.

Sentimento de quem confia, de quem acredita na sinceridade de alguém: ela tinha confiança no marido.

Convicção ou segurança em relação a alguma coisa: demonstrou confiança de que iria ganhar o campeonato.

Excesso de liberdade; atrevimento: não lhe dei confiança.

Crédito recíproco: comprou a casa na base da confiança.

Crença em si mesmo, em suas próprias qualidades: tinha confiança ao cantar.

Crença na retidão moral, no caráter e na lealdade de uma outra pessoa.

Disposição ou tendência para ver tudo pelo lado bom; esperança.

Demonstração de familiaridade, de informalidade; intimidade: prefiro que não me trate com confiança.

Etimologia (origem da palavra confiança). A palavra confiança deriva da junção do verbo confiar, e do sufixo -ança.

Agora vamos ao conteúdo da informação publicada. Respire BEEEMMM fundo, vai precisar (os itálicos e os negritos no texto são meus, fiz questão de destacá-los):

Brasileiros e latino-americanos confiam menos nas pessoas do que o resto do mundo e isso está contribuindo para o baixo desenvolvimento econômico e social da região. É o que conclui estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), repassado ao Broadcast.

O documento, que será divulgado nesta quinta-feira, 13, mostra que apenas 12,60% dos latino-americanos confiam na maioria das pessoas.

Último colocado entre os vizinhos, o Brasil tem desconfiança ainda maior: somente 4,69% dos brasileiros acreditam uns nos outros.

O porcentual está abaixo da média mundial (25%) e dos países ricos que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 41%.

OECD confiança

O estudo analisou correlações entre a confiança e questões como níveis de produtividade, inovação e formalização do mercado de trabalho e concluiu que, quanto maior o descrédito, pior são as questões econômicas e sociais.

Na América Latina, o nível de confiança é maior justamente em países com maior desenvolvimento econômico e humano: no Uruguai (21,08%), México (18,37%) e Chile (17.07%). Na Argentina, o porcentual é de 16,15%.

O penúltimo colocado, ainda à frente do Brasil, é a Venezuela, com 5,21%.

“Quando pensamos em política pública, vêm à cabeça temas como reformas fiscais e produtividade, que são essenciais, evidentemente, mas a confiança também é um tema central para a recuperação econômica”, disse ao Broadcast o representante do BID no Brasil, Morgan Doyle.

Doyle ressaltou que a desconfiança prejudica o apoio a reformas, trava a inovação e prejudica a redução da burocracia.

“Com este estudo, queremos jogar os holofotes sobre a questão. A boa notícia é que o Brasil tem ferramentas para superar esse desafio: é enorme o potencial do País, por exemplo, em digitalização, uma das chaves para aumentar transparência, empoderar cidadãos e gerar mais confiança”, citou.

SOLUÇÕES

Para o BID, aumentar a confiança é fundamental para a recuperação econômica na América Latina e Caribe no pós pandemia.

“A confiança é o problema mais urgente e ainda assim menos discutido na América Latina e no Caribe. Seja nos outros, no governo ou em empresas, a confiança é menor na região do que em qualquer outro lugar do mundo”, afirma o texto.

O estudo oferece recomendações para os formuladores de políticas públicas de como reduzir o problema.

De acordo com o organismo, é necessário reduzir as diferenças no acesso à informação, “investindo em órgãos reguladores de alta qualidade e educando e informando melhor os cidadãos para lhes dar as condições necessárias para detectar e evitar comportamentos não confiáveis”.

“Os governos também precisam reduzir as assimetrias de poder, aumentando a prestação de contas e fortalecendo instituições de controle externas para que os cidadãos e empresas sintam que podem confiar nessas instituições quando forem desrespeitados por governos, empresas ou outros cidadãos”, completa o BID.


Eis uma verdadeira, nua e crua realidade.

E agora? Como vamos encarar e começar a buscar planos e ações que possam – de maneira objetiva – trabalhar profundamente para sair desse “cenário crítico aterrador” na qual você, eu e todos os brasileiros nos encontramos?

Não há respostas e fórmulas prontas.

Porém, deixo aqui algumas sugestões, para refletirmos e abrir debates. A primeira, é começar a investir parte de sua agenda diária na reunião de diálogos abertos, dentro de sua empresa e de seu setor.

É prioridade de quem atua com liderança tratar de proporcionar um momento e um espaço.

Para que as pessoas sejam convidadas a trazer e expor suas emoções e sentimentos, sobre o que fazem, como se comprometem com suas atividades em prol dos demais e, principalmente, em prol do cliente externo, que é a verdadeira expressão de cada um estar aí.

E, a adoção da Qualidade e seus dois instrumentos básicos: Ciclo PDCA e 5S.

Quando falamos de Qualidade, não existe função nem organograma. Existe uma vontade de vencer os obstáculos, erros e tratar de eliminar as causas, de forma definitiva.

Buscar Soluções Tecnológicas que possam gerar facilidade, agilidade e informação para suporte e correções em menor tempo, para evitar estrangulamento de prazos, gritos de urgência e atropelos na operação.

Ainda não começou? Já aplica os instrumentos? As soluções tecnológicas estão trazendo ROI? Como estão os resultados?

Adote JÁ uma atitude e postura CONFIANTE.

Vamos dar crédito. Eu confio no que faço. Eu confio no que você me fala. Vamos fazer um “Pacto de Confiança”.

Aguardo seus comentários. Aguardo seu contato, para uma conversa franca, na crença de que poderemos e faremos nosso melhor sempre, syn!

Fonte da notícia: BROADCAST Política – Lorenna Rodrigues – Brasília – 13/01/2022

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4 respostas

  1. Fala Rico, parabéns pelo artigo!
    Me fez refletir bastante sobre as minhas relações pessoais e de trabalho.
    Confio que estou fora da média, dado que confio em excesso nas pessoas, por vezes me considerando um tanto ingênuo, mas insisto em acreditar que há mais força vital positiva e boas intenções em cada pessoa do que o contrário.
    Já em meus pares realmente consigo perceber de maneira bastante evidente a falta de confiança. Seja quando um gestor prefere puxar uma demanda pra fazer ao invés de orientar o verdadeiro responsável por isso. Seja nas reuniões estratégicas em que há o exercício da microgestão.
    Enfim, o que está dentro do meu controle, que é ensinar sobre confiança e transparência pelo exemplo, acredito que já faço e que mesmo assim há sempre espaço para aprender e melhorar.
    Desta forma lhe sou grato pelas excelentes colocações!

    1. Luiz Carlos, precisamos desenvolver e aprimorar – cada um de nós, Seres Humanos – as virtudes essenciais para relacionamentos saudáveis.
      Um exercício diário. Nos cargos de liderança, que sabemos tornam-se isolados, isso assume maior prioridade ainda.
      Abraço forte, grato pelo comentário e Avante sempre, syn!
      Henrique V. Mäder
      #shineyournature

  2. Razões históricas fazem com que os brasileiros sejam desconfiados.
    Fazer uma análise nessas razões e interpretá-las pessoalmente, pode ser uma forma de começar a reverter essa cultura de desconfiança.
    É muito interessante percebermos que na medida em que vamos conhecendo melhor a pessoa, dependendo do comportamento dela aumentamos nosso nível de confiança nela. Como o oposto também acontece, quando o comportamento dela não corresponde ao que ela fala e propõe.
    Podemos fazer um pacto de confiança, mas ele somente será sólido na medida que todos sejam mais autênticos, mais sinceros, mais cumpridores de suas promessas. Caso contrário, o pacto se esvairá.

    1. Grande Mestre Locoselli!!
      Concordo com seu comentário.
      Penso que essa relação de confiar é como um elástico.
      Começa sem tensão, por alguma similaridade, simpatia, educação e com o tempo será esticada ou encolhida, de acordo com as relações desenvolvidas.
      Nosso desafio:
      – Compreender que o(s) outro(s) possuem sua identidade e maneiras de interpretar essa elasticidade.
      – Que há momentos e situações fora dessas relações de confiança, que podem afetar e fragilizá-la.
      – Somos Humanos e muitos de nós, Seres Urbanos. Esse último, recebe carga entrópica mais desafiadora e, pode esticar tanto o elástico, que se romperá.
      Grato por seu comentário, syn!
      Henrique V. Mäder
      #shineyournature

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